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Supermercados Online: como o e-commerce se transformou na principal alternativa?

Supermercado Online: Como o E-commerce se transformou a principal alternativa?

Quando a Mercadapp entrou no mercado, em 2016, a grande maioria dos supermercados não tinha e nem planejava em curto prazo alguma forma de atuação com vendas online

Uma pequena parcela começava a se entusiasmar com as possibilidades, enquanto uma parcela ainda menor estava desbravando o mercado nesse quesito, na grande maioria dos casos em processos bastante primitivos, e descobrindo um cenário repleto de desafios.

Naquele momento, quem tinha alguma atuação com vendas online, encontrava um universo repleto de desafios logísticos, tanto para dentro quanto para fora da loja, uma base pequena de clientes e uma operação que na maioria dos casos ficava no vermelho em relação aos resultados obtidos

Como preparar a equipe para vender online?

Apesar dos desafios, quem já vendia online também percebia que a base de clientes era, apesar de pequena, bastante fiel quando interagindo com um bom serviço, e que o crescimento do canal era sólido visto a boa retenção de clientes.

A mudança de cenário

Em 2017 com o crescimento no e-commerce chegando a 2 dígitos (que passariam a acontecer em todos os anos seguintes), começava a atrair ainda mais os olhares atentos e otimistas. 

Evolução das vendas online no BrasilFonte: BigData Corp

Foi um ano onde observou-se um pequeno aumento no número de supermercados que iniciaram uma operação de vendas online, principalmente de lojas que já atuavam com algum meio de delivery. 

Na prática, notavam que boa parte do valor agregado dessa atuação estava em fortalecer a marca através de uma visão mais inovadora, e começar a se adequar a uma operação nesse novo canal de vendas.

Como os Supermercados se adaptaram ao E-commerce?

Quem iniciou atuação nessa época, muitas vezes o fez aproveitando uma operação similar que já ocorria na loja, como a venda por telefone, por exemplo. 

Com a atuação, percebia que a loja online amplificava uma necessidade por um estoque virtual mais assertivo com o estoque real, e que a constância por balanços/inventários era cada vez mais ideal. 

Ao mesmo tempo, a logística de entrega já existente cobria bem a necessidade do online, que atuava com um canal adicional e em paralelo via um ticket médio bastante atrativo que esse novo canal fornecia, tanto em contraste com a tele-entrega quanto com a loja física.

As oportunidades de ganho mais imediatas estavam na migração dos clientes que já compravam por telefone para as compras pelo canal online, onde se observava um crescimento do ticket médio em torno de 400%, com média de R$ 160,00 por venda no canal online, o que se explicava com a dinâmica do cliente interagir com diversos produtos da loja, mesmo fora do ambiente físico, para realizar as suas compras.

Com a consolidação cada vez maior do e-commerce no Brasil, o ano de 2018 trouxe uma boa expansão da base de consumidores, que começaram a ter menos receita da compra de perecíveis de forma online. 

Foi nesse ano que vimos a venda online começar a trazer alguma representatividade que pudesse representar pelo menos 1% das vendas totais da rede. 

As principais mudanças com o crescimento no E-commerce

O que quem vendeu online pode perceber, era que cada vez mais ficava evidente a transparência da localidade. 

A loja online conseguia interagir com consumidores que estavam longe da loja física, contanto que existisse entrega viável para os mesmos, e a resposta era positiva, fazendo com que a rede conseguisse gerar atuação e faturamento em uma nova base de clientes, o que no fim, fazia que uma parte considerável desse discreto 1%, fosse uma interessante receita adicional, que não existiria sem essa atuação.

Como foi no caso do Supermercado Nidobox, que aumentou seu raio de atuação em vendas com seu aplicativo próprio! Confira o case!

Quem vendia online nesse ano (2018), percebeu que o crescimento começava a ocorrer mais rápido e o investimento em inovação apresentava sinais dos primeiros retornos tangíveis. 

Notou também que existia uma tendência tomando forma, o que começou a trazer novas lojas ao cenário, movidas principalmente por um sentimento de necessidade de resposta aos concorrentes que já haviam aderido.

O período de adaptação

2019 mostrou um ano de adaptação. Com a crescente procura por parte de consumidores, passou a fazer mais sentido que quem já vendesse online buscasse formas mais otimizadas de fazê-lo. 

Soluções que agregassem não só para o consumidor final, mas também para a equipe de separação e entrega foram ganhando popularidade. 

Com o crescimento de empresas de logística, também surgiram novas oportunidades de reforço ou terceirização da entrega através de empresas parceiras, reduzindo desafios de entrada.

Entenda um pouco mais sobre Logística para supermercados em um artigo preparado exclusivamente para ajudar você!

Ao fim deste ano (2019) conseguimos observar várias redes alcançando 2% de seu faturamento ocorrendo pelo canal de venda online, apesar de ainda parecer pouco, quem já estava vendendo notou que o resultado quase dobrou em relação ao ano anterior. 

Notamos também casos ainda mais específicos, que com experimentação e grande foco na estratégia da venda online, conseguiram angariar resultados de até 5% da receita total ocorrendo pelo canal de vendas online. 

Esses cenários mostravam o e-commerce de supermercados sobre olhos extremamente otimistas e ainda explorados por uma minoria. Todavia, nem a previsão mais otimista estava preparada para a realidade que viria a ser 2020.

Se adaptar no menor tempo possível

Impulsionado por um motivo não positivo, um cenário pandêmico de escala global, todo e qualquer canal de vendas a distância sofreu intenso crescimento em 2020. 

Por causa das intensas restrições que se fizeram necessárias neste ano, vender online para muitos deixou de ser tendência e chegou a ser sobrevivência. 

A ameaça (e por vezes realidade) de um lockdown fizeram com que o fluxo de novos clientes e lojas aumentasse em patamares inimagináveis. 

Quem já vendia online, chegou a experimentar crescimentos de mais de 2000% do ‘dia pra noite’, tendo toda a sua infraestrutura logística sendo posta à prova, e suas vendas elevadas ao limite de sua capacidade de separação e entrega.

Mas muitos não vendiam, e esses tiveram que encontrar uma rápida solução e se adaptarem com urgência para estabelecer uma operação que era demandada com intensidade. 

Nesse quesito, empresas que já ofertavam soluções robustas e preparadas, com capacidade de mitigar os desafios de entrada e contribuir com conhecimento para a consolidação de uma operação rápida e de qualidade foram extremamente importantes. 

Crescemos juntos

Não foi à toa que em 2020 foi o ano que a Mercadapp mais cresceu, mesmo que em nosso histórico houvesse sempre resultados que mais que triplicaram a cada ano.

Em 2020 muito se perguntou o que era resultado real e o que era pandemia. 

De fato, o mês de maio apresentou um grande pico de vendas, que não se manteve nos meses seguintes. 

Findado o ano e agora com mais clareza, podemos perceber que as lojas online representam com segurança mais de 5% de todo o faturamento de uma rede de supermercado que tenha feito uma operação razoável. Para aquelas que conseguiram consolidar uma ótima operação online, os resultados atuais chegam a alcançar importantes 20% do total. 

Confira o caso no supermercado Direto do Campo, que hoje visualiza os resultados no e-commerce de uma forma estável, mesmo após o ápice da pandemia em 2020.

Quais os desafios para o ano de 2021 nas vendas online?

E quanto ao 2021? O que estamos notando é a mesma tendência de crescimento que sempre esteve presente nesse mercado nos últimos anos e que se tornou ainda mais intensa nesse período pandêmico. 

O cenário por vezes ainda apresenta picos e necessidades urgentes, que fazem até mesmo com que a loja online possa vir a ser única fonte de faturamento da loja por um período. 

De todos os momentos que o varejo supermercadista já viveu esse é, sem sombra de dúvidas, o momento em que ter uma operação de vendas online é mais necessário. 

Não vender online agora significa abdicar de prováveis 6% de faturamento, que ou não irá evoluir ou não irá permanecer com você no caso da clientela que já está comprando online. 

Existem muitos desafios, desde o catálogo de produtos, integração com retaguarda e PDV, auxiliar (e medir) a performance dos separadores e operadores, logística de entrega na última milha e, é claro, relevância e relacionamento com os clientes, mas uma boa solução pode ser a companheiro ideal com a qual você vai contar para te auxiliar em cada um desses desafios. 

É essa a missão da Mercadapp: acelerar o processo de transformação do varejo supermercadista com uma solução de e-commerce completa para o seu supermercado! 

Agende sua consultoria totalmente gratuita com o nosso time e venha fazer parte dessa transformação.

CEO Mercadapp - Especialista em vendas online para supermercado