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O que é o metaverso e como isso pode revolucionar o varejo?

o que é o metaverso?
Tempo de leitura estimado: 4 minutos

Você já ouviu falar no metaverso? Na escala das principais transformações do varejo o próximo passo provavelmente seja a sua inserção neste ambiente – dados os últimos avanços que o mercado vem apresentando.

Mas, até chegar a essa evolução, presenciamos uma gama de mudanças estruturais que o varejo se adaptou, como por exemplo: a inserção nos e-commerces e até a criação de showrooms virtuais, o que mexeu com a forma de interação com os consumidores.

Quando pensamos no metaverso, é criada uma experiência muito mais imersiva, que engaja e faz com que o consumidor interaja no ambiente virtual como por exemplo pela realidade aumentada (AR).

Esse é um caminho natural que provavelmente percorrerá o mercado online e neste artigo te mostraremos como esse formato revolucionará o varejo. 

Visão geral do varejo no metaverso

De uma certa forma podemos analisar uma inserção, mesmo que tímida, do varejo neste meio. Acompanhamos a National Retail Federation (NRF)  2022 e o que mais entrou em pauta na discussão foi o metaverso.

Em uma das palestras conduzidas sobre os desafios e promessas do metaverso, Emma Chiu – Diretora de inteligência da Wunderman Thompson, citou exemplos de marcas como Nike e Fortnite, que têm feito ações no metaverso.

Essa tendência trata de uma interação mais aproximada de pessoas com as marcas dentro de um ambiente virtual, isso pode possibilitar um impulsionamento de vendas para o varejo e uma nova porta de comunicação com os consumidores em potencial.

A perspectiva é que o varejo agregue a solução não só para vender mais, mas também para entregar uma experiência de compra imersiva e ainda mais próxima do consumidor, estreitando ainda mais o relacionamento digital.

Quais tecnologias fazem parte do metaverso?

No metaverso existem três principais tecnologias que integram essa nova forma de experiência, confira:

Blockchains, criptomoedas e NFTs

Uma das experiências agregadas ao metaverso são os produtos virtuais oferecidos neste segmento.

O Blockchain é a tecnologia que viabilizou a criação dos famosos bitcoins. Por meio dessa tecnologia super segura possibilita a transação de criptomoedas.

Já os NFT’s (tokens não-fungíveis) são códigos que viabilizam, dentro do metaverso, a comercialização de itens que possuem a segurança de serem únicos e verdadeiros.

Cria-se a expectativa que muitas empresas passem a viabilizar a compra e venda de itens digitais por meio desses sistemas, que serão cada vez mais comuns.

Realidade aumentada

A realidade aumentada, como citada anteriormente, é capaz de inserir elementos virtuais no ambiente físico.

Você certamente já deve ter ouvido falar no jogo: Pokemón Go que mescla a nossa realidade com a captura de personagens do jogo de forma virtual.

Assim, para jogar é preciso utilizar a câmera do celular para transitar na sua localização e fazer essa ação do jogo.

O Supermercado Coop, na Itália, foi um dos primeiros a utilizar a realidade aumentada para oferecer uma experiência complementar aos seus clientes.

Um exemplo é que quando os clientes olham uma pilha de maçãs, uma tela abre e demonstra as informações nutricionais, data de validade e preço.
coop italia no metaverso

Realidade virtual

A realidade virtual funciona com a criação de um ambiente totalmente 3D, que permite com que o usuário se insira nela e interaja com os elementos lá postos.

Durante a pandemia alguns eventos foram desenvolvidos nesse formato, para que pudessem dar uma sensação próxima aos participantes de como seria caso estivessem todos compartilhando do mesmo ambiente e visitando os stands.

Para a experiência é preciso que haja o auxílio de óculos específicos e fones que possam captar a experiência por completo.

Consegue imaginar o quão potencial se tornam esses ambientes virtuais com interação total com o consumidor? 

LEIA MAIS: Transformação Digital nos Supermercados, como não ficar para trás?

Quais as expectativas de mercado

Segundo as previsões feitas pela Gartner, estima-se que até 2026 pelo menos 30% das organizações do mundo tenham produtos e serviços preparados para o mercado digital.

E além disso é previsto que 25% das pessoas passem pelo menos uma hora por dia dentro do metaverso, fazendo atividades como: compras, estudando ou utilizando canais de entretenimento.

Com a maior familiarização com a tecnologia as pessoas têm buscado muito mais comodidade e qualidade de vida. Durante a pandemia, muitos consumidores perceberam que a tecnologia poderia ser um potente aliado e isso foi percebido com o crescimento das vendas online em 2021.

Além disso, a JPMorgan divulgou em um relatório que atualmente cerca de US$:54 bilhões são gastos para usufruir de bens de consumo virtuais.

Ou seja, a previsão é que assim como atualmente, o varejo se mantenha com lojas físicas e virtuais distribuídas em: redes sociais, plataformas de e-commerces e marketplaces, haja também uma movimentação para se inserirem no metaverso, por meio de uma das tecnologias citadas acima.

E sobre as previsões para o varejo supermercadista, o que devemos esperar?

Nosso CEO – Gabriel Gurgueira destaca:

“o metaverso deve auxiliar o setor supermercadista a enfrentar dores comuns encontradas pelo segmentos, a realidade aumentada auxiliará o cliente na visualização dos itens, seleção de produtos mais perecíveis e contato com a marca. 

As marcas mais regionais precisarão se preparar para uma maior expansão das suas fronteiras, se com o e-commerce os supermercados venderem para regiões mais distantes de suas lojas físicas, com o metaverso essas barreiras serão ainda mais extrapoladas e teremos um mundo inteiro mais conectado e acessível a todos. 

A maior dificuldade em prever o futuro está no fato de o basearmos com a tecnologia e possibilidades de hoje, entretanto para de fato termos uma melhor previsibilidade precisamos abrir mão do que consideramos impossível e entender que nesse universo novas possibilidades se tornarão reais e possíveis.”

É destacado que para um aproveitamento melhor do setor dentro dessa tendência, é preciso que haja um maior aprofundamento em análise de dados do mercado e uma compreensão mais imersiva sobre a jornada de compra do consumidor nos supermercados, para que assim sejam dadas soluções para as dores destes clientes.

Como o varejo supermercadista pode se preparar para o metaverso?

Independentemente de adentrarmos agora ou não no metaverso, é de extrema importância que haja a digitalização do seu negócio.

Acompanhamos uma crescente demanda de soluções de vendas online para supermercados durante os picos da pandemia, porém isso não ficou por lá.

O perfil dos consumidores mudou e com ele novas necessidades foram sendo adequadas a sua jornada de compra.

A internet se tornou um dos principais meios de pesquisas para auxiliar na decisão de compra dos clientes, o que para muitos encurtou o caminho de ter que ir até lojas físicas pesquisar preços e entender condições e prazos de pagamento.

Antes de tudo, se insira na jornada de compra deste novo consumidor e provavelmente ter uma plataforma de e-commerce para seu supermercado pode ser benéfico neste processo.

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