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Cash & Carry e o e-commerce: dois gigantes se unindo

Cash & Carry
Tempo de leitura estimado: 3 minutos

O formato Cash & Carry tem ganhado muita relevância no mundo todo, desde a sua criação na Alemanha, em 1964, até chegar no Brasil nos anos 70 com o Makro. 

Aqui esse modelo é mais conhecido como atacarejo. É um modelo que vende tanto para pessoas físicas, quanto para pessoas jurídicas.

Exemplos atuais são:  Atacadão, do grupo Carrefour e o Assaí – do grupo Pão de Açúcar.

Uma alternativa mais barata

Uma das razões desse sistema ser tão popular no Brasil é o seu preço reduzido. O que se agrava mais ainda com a inflação de alimentos.

A escolha dos produtos é feita diretamente nas prateleiras do atacado. É daí que vem o nome Cash & Carry, “Pague e Leve”, pois o acesso ao produto é direto no armazém. Isso traz diversas consequências que permitem esse preço mais barato:

  1. Não é necessário ter intermediários entre o consumidor e o produto, o que remove camadas de custo que cada intermediário adicionaria;

  2. Não existem tantas despesas com transporte e distribuição, já que a compra é feita diretamente no “depósito”;

  3. Existe uma simplificação do processo na exibição. Os produtos, na maioria das vezes, estão ainda na caixa. Os clientes convivem com as máquinas posicionando as caixas nas prateleiras. O ato de guardar o produto é mesmo de posicioná-lo para venda;

  4. Diminuição da ruptura, pois o estoque por completo está sendo exposto nas prateleiras;

  5. Existe o preço da unidade e o preço da caixa fechada. Vender em quantidade permite oferecer um preço mais barato.

A penetração no mercado

A Nielsen informa que em 2015 apenas 47% dos lares brasileiros compravam no Cash & Carry. Esse número vem crescendo ano a ano e hoje 65% dos lares brasileiros já compram nesse formato.

Ao contrário do que se poderia pensar, a classe A/B (renda acima de R $7.475,00, segundo a classificação do FGC) também se interessa pelo C&C, representando 34% das vendas nesse sistema.

Segundo a Nielsen, é o formato que mais tem aberto lojas e aumento de metros quadrados no Brasil.

C&C no e-commerce

Por mais que o foco do atacarejo seja o preço, nos tempos atuais, uma boa camada de serviço é necessária. E uma das camadas de serviço que mais cresceu nos últimos anos foi o e-commerce. O ano de 2020 foi um ano gigante nesse crescimento, mas mesmo assim, segundo a Nielsen, em 2021, no primeiro semestre, tivemos um crescimento de 34% no faturamento e 8% no número de pedidos no segmento de alimentos.

Grandes players como Assaí, Atacadão e Tenda, já possuem sua forma de vender pelo e-commerce. Isso foi motivado tanto pelo público que queria fazer suas compras online e receber em casa, como também para uma expansão de público, para pessoas que ainda não compravam nas lojas.

Conheça os 5 supermercados nacionais que são exemplos de estratégia e vendas pelo  e-commerce.

Para que lojas Cash & Carry deem conta do espaço necessário para conter tanto o estoque quanto o fluxo de clientes, eles precisam ter um tamanho muito grande, o que acaba na maioria das vezes levando essas lojas a se posicionarem em áreas mais afastadas dos grandes centros urbanos. 

Como resultado, o público do C&C é reduzido, já que muitas pessoas não estão dispostas a se deslocar muito para fazerem as compras. O que é mais um motivo para se ter um e-commerce.

Cash & Carry na Mercadapp

A boa notícia é que hoje já temos disponível o suporte para esse sistema de comércio. O seu aplicativo pode contar com:

  • Preço diferenciado para caixa e unidade;
  • Controle do pedido pela quantidade de caixas e unidades;
  • Suporte a CPF e CNPJ;
  • Edição de preço no pedido já feito, para negociações com varejistas.

Fora isso, temos todas as outras funcionalidades que a Mercadapp já oferece, que vão enriquecer essa experiência ainda mais.

Alguns dos nossos clientes já estão vendendo dessa forma, como o Atacadão Lag,  por exemplo.

como usar a tecnologia

O modelo C&C está em constante expansão e o e-commerce também. O Cash & Carry não pode ficar de fora desse grande movimento online, ao invés disso esses dois grandes movimentos devem unir forças para inovar e trazer o melhor modelo para os clientes do hoje e do amanhã.

Que tal conhecer uma tecnologia de vendas online que pode ajudar seu supermercado a dar os primeiros passos para a transformação digital? Converse agora mesmo com um de nossos consultores!

Artigo escrito por:

Assinatura Paulo Henrique

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